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HISTÓRIA

 

Kiba, o personagem principal que é um lobo, estava a procura do caminho do paraíso. Ele acabou chegando numa cidade atraído pelo cheiro de flores que vinha de Cheza, a filha da flor. Ela saberia o caminho do paraíso. Na cidade, Kiba conhece Tsume, Hige e Toboe, que também são lobos só que se disfarçam como humanos para viver na sociedade. O problema é que um senhor chamado Quent, tem uma cachorra meio loba chamada Blue, que sente a presença dos lobos mesmo disfarçados. A cientista Cher que estudava Cheza, vai descobrindo sobre o paraíso através de um livro e de Darcia, um homem misterioso, enquanto Hubb, seu ex-marido, começa a passar acreditar na história de lobos que se disfarçam que Quent lhe conta. Nessa época os lobos estão extintos, por isso fica quase impossível acreditar nos lobos estarem vivos, ainda mais, disfarçados. Kiba, Tsume, Hige e Toboe ficam viajando a procura de pistas que levem eles ao paraíso. Mas no caminho, muitas coisas novas serão encontradas...

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Veja abaixo, um texto mais crítico, escrito por Samoied, que eu peguei do site (muito interessante por sinal) FurryBrasil:

No mundo do mangá pós Evangelion, as grandes produções começaram a buscar tramas muito complicadas, cheias de mistérios, detalhes e um foco nas questões psicológicas e filosóficas mais bem trabalhadas dos personagens. 
Wolf’s Rain na minha opinião já mostra um passo adiante desta tendência. História um pouco mais simples (não simplória), personagens muito bem trabalhados mas sem grandes exageros em filosofadas e sofrimento pessoal e sobretudo ação e cenas maravilhosas em bastante quantidade. 
  A história (até onde pude acompanhar, já que o anime ainda está sendo lançado no Japão) gira em torno de uma antiga lenda que diz que, no final dos tempos, o paraíso surgira em algum lugar da terra mas somente os Lobos (obvio que não poderia ser mais ninguém hehehe) saberão onde ele estará. Mas tem um pequeno detalhe: a rigor faz pelo menos 200 anos que os lobos foram extintos. Será? Então entra em cena o misterioso e obstinado Kiba. Um lobo branco com a maior vocação pra arranjar confusão que eu conheço (e que tem os olhos mais profundos e contemplativos da história do anime) Kiba procura cegamente pelo paraíso e sabe que a psicodélica Cheza, uma garota que na verdade é uma forma de vida nascida em laboratório da energia vital das Moon flowers, é a chave para abrir as portas do paraíso. Mas o problema é que Cheza é disputada também pelos chamados “nobres”, que são os governantes do mundo e são descendentes daqueles que criaram a própria Cheza e que inventaram a tal história sobre o paraíso e os lobos (e mais um monte de coisas que não convém contar aqui). 
Á busca de Kiba, se juntam aos poucos outros lobos. O Primeiro é o malandro e bom vivant Hige, que conseguiria vender até geladeira pra eskimó (de longe o personagem mais RLZ do anime).
  Depois se juntam a eles o Cordial e ingenuo Toboe e o encrenqueiro (não tanto quanto o Kiba) experiente, orgulhoso e Bad Boy Tsume. Tem um outro que se junta a eles depois ainda, mas se eu falar qualquer coisa estraga a surpresa. 
Os shapeshifters do fandom vão adorar o anime porque, os lobos são capazes de se “disfarçar” de humanos (human suits?) e andar livremente entre eles. É interessante ver as versões humanas dos lobos e como nem sempre eles tem um bom gosto pra roupas............... Tsume..........HUUUUUUUUUUMmmmmmm :P (podre) 
Fora tudo isso, é bom lembrar que as questões técnicas do anime são perfeitas. Trilha sonora assinada pela Yoko Kano, que é garantia de músicas maravilhosas e diversificadas (tem até bossa nova). A animação é MUUUUITO BOA, e, o design do anime é todo retrô (mais precisamente o estilo Art Deco dos anos 30-40. Os Batmaníacos irão notar o clima Gothan City do anime) 
Então ASSISTAM. Para furries é obrigatório assistir, pois tem umas boas lições sobre a busca da felicidade e cenas maravilhosas de montão.

 
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